Implicação no “novo” Código Florestal em uma unidade familiar da comunidade extrativista Monte Sião - São Domingos do Capim(PA)

Autores

  • Marcelo Augusto Machado Vasconcelos Universidade Federal do Pará
  • Cassiano Moraes Guerreiro Universidade Federal do Pará
  • Paulo Celso Santiago Bittencourt Universidade Federal do Pará
  • Ravena Ferreira de Figueiredo Autonoma

DOI:

https://doi.org/10.20396/sbgfa.v1i2017.1862

Palavras-chave:

Conservação da natureza. Lei ambiental. Uso da terra. Produção

Resumo

Na comunidade extrativista Monte Sião o modo de vida de sua população estão intimamente ligados ao uso dos recursos naturais. De modo geral, as famílias combinam atividades extrativistas e de produção. Desperta-se a curiosidade de querer entender quais são as delimitações de uso dos recursos naturais em relação ao Novo Codigo Florestal( NCF). Assim, este trabalho tem por objetivo estudar o NCF e suas implicações em uma unidade familiar de várzea. Para alcance deste artigo utilizamos entrevistas abertas, semiestruturadas e não aleatórias às unidades familiares essas informações foram correlacionada com o NCF. Conclui-se que há um desacordo entre o NCF em relação à situação socioeconômica e ambiental, visto que repor área de RL e manter APP implica em perdas produtivas e que as restrições legais não têm sido suficientes para garantir a manutenção das florestas, uma vez que a maioria das unidades familiares já ultrapassou em 20% o limite de desmatamento autorizado. 

Biografia do Autor

Marcelo Augusto Machado Vasconcelos, Universidade Federal do Pará

Docente da Faculdade de Tecnologia em Geoprocessamento

Cassiano Moraes Guerreiro, Universidade Federal do Pará

Docente da Faculdade de Tecnologia em Geoprocessamento

Paulo Celso Santiago Bittencourt, Universidade Federal do Pará

Docente da Faculdade de Tecnologia em Geoprocessamento

Ravena Ferreira de Figueiredo, Autonoma

Engenheira Agronoma

Referências

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Publicado

2018-02-04

Edição

Seção

Uso e ocupação das terras e legislação ambiental