Dinâmica do uso e cobertura da terra na bacia hidrográfica do rio Aquidauana, MS

Autores

  • Lidiane Perbelin Rodrigues Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
  • Emerson Figueiredo Leite Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

DOI:

https://doi.org/10.20396/sbgfa.v1i2017.1873

Palavras-chave:

Bacia hidrográfica. Classificação de imagens. Sensoriamento remoto

Resumo

A bacia hidrográfica do rio Aquidauana possui uma área de 21.000 km², drenando parte do território do Estado de Mato Grosso do Sul, envolvendo 14 municípios.  O uso antrópico na bacia segue a tradição do estado, utilizando suas terras para práticas agropecuárias, alterando significativamente a paisagem local. Na atualidade, com o advento dos sensores imageadores orbitais esta dinâmica no uso e cobertura da terra é passível de detecção, mensuração e análise. Para isso aplica-se neste trabalho técnicas de sensoriamento remoto que incluem a operacionalização do software Spring/INPE para processamento digital, interpretação de imagens orbitais e determinação da dinâmica do uso e cobertura da terra na bacia hidrográfica do Aquidauana. Aproveitando a disponibilidade gratuita de imagens de satélite de resolução espacial média desde a década de 1970, analisa-se as alterações na bacia até os dias atuais. Como resultado, apresenta-se o mapeamento desta dinâmica e sua análise quali-quantitativa e espaço-temporal.

Biografia do Autor

Lidiane Perbelin Rodrigues, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Geografia

Emerson Figueiredo Leite, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Geografia

Referências

ANDREOZZI, Sylvio Luiz & VIADANA, Adler Guilherme. A bacia hidrográfica como unidade espacial de análise. Anais... I Congresso Brasileiro de Organização do Espaço e X Seminário de Pós-Graduação em Geografia da UNESP/Rio Claro. De 05 a 07 de Outubro de 2010. Rio Claro - SP.

ASSA'D, Eduardo Delgado; Sano, Edson Eyji. Sistema de Informações Geográficas., Aplicações na Agricultura. 2ª Edição. Brasília: EMBRAPA-SGI/EMBRAPA-CPAC, 1998. 434p.

BATISTA, Getulio Teixeira & DIAS, Nelson Wellausen. Introdução ao Sensoriamento Remoto e Processamento de Imagens. São José dos Campos: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, 2005-04-02 (INPE ePrint sid.inpe.br/ePrint@80/2005/04.01.14.06)

CÂMARA, G; Souza, R.C.M.; FREITAS, U.M.; Garrido, J. “Spring: Integrating remote sensing and GIS by object oriented data modelling”. Computers & Graphics, 20: (3) 395-403, May-Jun 1996.

CCRS, A. Canada Centre for Remote Sensing. Remote Sensing Tutorial. Fundamentals of Remote Sensing. (2004).

ESPÍNDOLA, Evaldo L. G.; SILVA, João S. V.; MARINELLI, Carlos E.; ABDON, Myriam M.. A Bacia Hidrográfica do Rio Monjolinho: uma abordagem ecossistêmica e a visão interdisciplinar. São Carlos: Rima Editora, 2000. 188p.

FLORENZANO, Tereza Gallotti. Imagens de satélites para estudos ambientais. São Paulo: Oficina de Textos, 2002. 97 p.

FONSECA, Ana Duarte & FERNANDES, João Cordeiro. Detecção remota. Radiação Electromagnética. Sensores Orbitais. Processamento de imagens. Aplicações. Ed. Lidel: Lisboa, 2004.

HARRIS, Ray. Satellite Remote Sensing. An Introduction. Routledge & Kegan Paul: London and New York, 1987. 220 pg.

MOREIRA, Maurício Alves. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. – 4. Ed. Atual. E ampl. – Viçosa, MG: Ed. UFV, 2011.

NOVO, Evlyn M. L. de Moraes. Sensoriamento Remoto: princípios e aplicações. 2ª edição- São Paulo: Edgard Blucher, 1992.

OLIVEIRA, Julio Cesar de & SILVA, Joisceany Moreira Ferreira da. Influência da segmentação no processo de classificação por região. In.: Anais do XII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, Goiânia, Brasil, 16-21 abril 2005, Inpe, p. 4209-4216.

PEREIRA, M. C. B.; MENDES, C. A. B.; GREHS, S. A.; Barreto, S. R.; Becker, M.; Lange, M. B. R.; Dias, F. A. Bacia Hidrográfica do rio Miranda: estado da arte. Campo Grande: UCDB, 2004.

ROSA, R. Introdução ao sensoriamento remoto. Uberlândia: Editora UFU, 2007.

ROSSETTI, L.A.F.G. Geotecnologias aplicadas à caracterização e mapeamento das alterações da cobertura vegetal intra-urbana e da expansão urbana da cidade Rio Claro (SP). 115 F. Dissertação de Mestrado (Mestrado em Geografia). Universidade Estadual Paulista/ Rio Claro. Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Rio Claro, 2007

SEMAC – Secretaria de Estado de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia. Diagnóstico Socioeconômico de Mato Grosso do Sul. 2011. 137 pg.

Downloads

Publicado

2018-02-04

Edição

Seção

Uso e ocupação das terras e legislação ambiental