Análise e mapeamento da vegetação da bacia hidrográfica do rio Pirapó

Autores

  • Gabriel Henrique Sorato da Silva Universidade Estadual de Maringá
  • Valéria Lima Universidade Estadual de Maringá

DOI:

https://doi.org/10.20396/sbgfa.v1i2017.1877

Palavras-chave:

NDVI. Áreas de Preservação Permanente. Rio Pirapó. Sensoriamento remoto

Resumo

Atualmente, é crescente a preocupação com a degradação do meio ambiente ocasionada pelo avanço da agricultura e retirada da vegetação, principalmente nas áreas próximas aos recursos hídricos, já que a vegetação assume um papel importante para a preservação destes. Considerando sua importância, a legislação ambiental, no caso o Código Florestal - Lei nº 12.561/2012, asseguram uma faixa mínima de proteção para os cursos de água, que são as Áreas de Preservação Permanente – APP. Este trabalho teve como objetivo o mapeamento da vegetação da bacia do Rio Pirapó, assim como analisar a degradação ambiental causada pela ausência deste elemento na paisagem, utilizando técnicas de sensoriamento remoto, com imagens de satélite no período de 2005, 2010 e 2015.

Biografia do Autor

Gabriel Henrique Sorato da Silva, Universidade Estadual de Maringá

Departamento de Geografia

Valéria Lima, Universidade Estadual de Maringá

Departamento de Geografia

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Publicado

2018-02-04

Edição

Seção

Uso e ocupação das terras e legislação ambiental