Análise fisiográfica da estação ecológica Serra Geral do Tocantis – estados do Tocantins e Bahia

Autores

  • Sandro Sidnei Vargas de Cristo Universidade Federal de Santa Maria
  • Luis Eduardo de Souza Robaina Universidade Federal de Santa Maria
  • Romário Trentin Universidade Federal de Santa Maria

DOI:

https://doi.org/10.20396/sbgfa.v1i2017.2029

Palavras-chave:

Análise fisiográfica. Unidades de Conservação da Natureza. Geomorfologia. Hidrografia. Conservação ambiental

Resumo

O trabalho consiste na análise fisiográfica da Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins, localizada entre o Tocantins e a Bahia, objetivando relacionar os aspectos geomorfológicos e hidrográficos com a conservação ambiental da área. Na metodologia utilizou-se o geoprocessamento e a organização de um banco de dados via SIG com o software SPRING do INPE. Destaca-se o uso de cartas topográficas, imagens de satélite (Landsat) e radar (SRTM/Topodata), mapas, arquivos digitais, e diversos trabalhos de campo. Na geomorfologia caracterizou-se as planícies de inundação, as dunas eólicas, os vales abertos e fechados, as colinas arenosas, os morros e morrotes, as mesas e mesetas, e as chapadas. Na hidrografia foram analisados parâmetros morfométricos como hierarquia fluvial, direção da rede de drenagem, magnitude e comprimento total, densidade e padrões de drenagem. Os resultados demonstraram a importância da geomorfologia e da hidrografia na conservação ambiental da área e do Cerrado em geral.

Biografia do Autor

Sandro Sidnei Vargas de Cristo, Universidade Federal de Santa Maria

Programa de Pós-Graduação em Geografia / Departamento de Geociências

Luis Eduardo de Souza Robaina, Universidade Federal de Santa Maria

Departamento de Geociências / Lageolam

Romário Trentin, Universidade Federal de Santa Maria

Departamento de Geociências / Lageolam

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Publicado

2018-02-04

Edição

Seção

Biogeografia, Manejo de Áreas Naturais e Protegidas: Conservação da Biodiversidade