Utilização do sensoriamento remoto na avaliação do antropismo NO Parque Nacional Da Serra da Canastra-MG

Autores

  • Lorrany Horacio Penoni Instituto Federal de Minas Gerais
  • Frederico Pahlm Ribeiro Gonçalves Instituto Federal de Minas Gerais
  • Jairo Rodrigues Silva Instituto Federal de Minas Gerais
  • Cecília Félix Andrade Silva Instituto Federal de Minas Gerais
  • Filipe Machado França Lancaster University
  • Ricardo Souza Cavalcanti Instituto Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.20396/sbgfa.v1i2017.2223

Palavras-chave:

Sensoriamento Remoto. Antropização. Hemerobia. Altimetria

Resumo

O Parque Nacional da Serra da Canastra se destaca como uma das mais importantes áreas de preservação do cerrado, apresentando inúmeros trabalhos sobre a sua fauna e flora. O processo de antropização é uma grande ameaça para esse ecossistema. Visando compreender a realidade local este trabalho teve como objetivo comparar os níveis altimétricos com os graus de antropização do parque. Para a realização deste trabalho utilizou-se os softwares Erdas 2011 e o ArcGis 10.0 e a metodologia Jalas (1953) que compara os graus de hemerobia do ambiente. Observou-se que nos locais mais elevados, 47% da área, tem menor grau de antropização e as áreas de menor elevação um maior grau de antropização. O sensoriamento remoto se destaca devido a obtenção de dados de forma rápida e precisa, permitindo a análise e atualização das informações das áreas de interesse, facilitando o processo de monitoramento e gestão das áreas de preserveção. 

Biografia do Autor

Lorrany Horacio Penoni, Instituto Federal de Minas Gerais

Mestrando em Sustentabilidade e Tecnologia Ambiental – IFMG Bambuí.

Frederico Pahlm Ribeiro Gonçalves, Instituto Federal de Minas Gerais

Mestrando em Sustentabilidade e Tecnologia Ambiental – IFMG Bambuí.

Jairo Rodrigues Silva, Instituto Federal de Minas Gerais

Professor Doutor do Mestrado em Sustentabilidade e Tecnologia Ambiental – IFMG Bambuí.

Cecília Félix Andrade Silva, Instituto Federal de Minas Gerais

Professora Doutora do Mestrado em Sustentabilidade e Tecnologia Ambiental – IFMG Bambuí.

Filipe Machado França, Lancaster University

Doutor do Programa Research Associate in Tropical Ecology - Lancaster Environment Centre, Lancaster University.

Ricardo Souza Cavalcanti, Instituto Federal de Minas Gerais

Professor Doutor do Mestrado em Sustentabilidade e Tecnologia Ambiental – IFMG Bambuí.

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Publicado

2018-02-04

Edição

Seção

Geotecnologias e Modelagem Espacial em Geografia Física