Análise, a partir de imagem LANDSAT 8, de ilhas de calor na cidade brasileira de Cáceres/MT

Autores

  • Alexandre Webber Perlandim Ramos Curso de Geografia/Faculdade de Ciências Humanas, Universidade do Estado de Mato Grosso
  • Sandra Mara Alves da Silva Neves Curso de Geografia/Faculdade de Ciências Humanas, Universidade do Estado de Mato Grosso
  • Géssica de Jesus Oliveira Silva Curso de Geografia/Faculdade de Ciências Humanas, Universidade do Estado de Mato Grosso

DOI:

https://doi.org/10.20396/sbgfa.v1i2017.2595

Palavras-chave:

Urbanização. Geotecnologias. Pantanal

Resumo

No meio urbano o uso de materiais de alta inércia térmica e a constante supressão da vegetação resultam em uma morfologia urbana com características contrárias à recomendação de conforto térmico e com elevado acúmulo de calor. O objetivo deste estudo é análisar as ilhas de calor na cidade brasileira de Cáceres/MT, a partir de imagem do satélite Landsat 8, do ano de 2016, processadas nos softwares SPRING e ArcGis. Verificou-se na urbe de Cáceres que há formação de ilhas de calor, situadas nos bairros centrais e adjacentes, principalmente em áreas com solo exposto, apresentando temperaturas mais elevadas em relação aos próximo a orla e em áreas não urbanizadas. Concluiu-se que é  necessário contemplar no planejamento urbano de Cáceres estratégias que visem fomentar a arborização nas áreas com elevada temperatura superficial para que os efeitos deste fenômeno sejam amenizados, refletindo na melhoria da qualidade ambiental urbana.  

Biografia do Autor

Alexandre Webber Perlandim Ramos, Curso de Geografia/Faculdade de Ciências Humanas, Universidade do Estado de Mato Grosso

Curso de Geografia/Faculdade de Ciências Humanas, Universidade do Estado de Mato Grosso

Sandra Mara Alves da Silva Neves, Curso de Geografia/Faculdade de Ciências Humanas, Universidade do Estado de Mato Grosso

Curso de Geografia/Faculdade de Ciências Humanas, Universidade do Estado de Mato Grosso

Géssica de Jesus Oliveira Silva, Curso de Geografia/Faculdade de Ciências Humanas, Universidade do Estado de Mato Grosso

Curso de Geografia/Faculdade de Ciências Humanas, Universidade do Estado de Mato Grosso

Referências

ALCÂNTARA, E. H.; STECH, J. L.; LORENZZETTI, J. A.; NOVO, E. M. L. M.; SOUZA, A.F. Estimativa dos fluxos de calor sensível e latente na superfície da água do reservatório de Itumbiara (GO) por meio de dados MODIS/Terra. In: Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 15., 2011, Curitiba. Anais... São José dos Campos: INPE, 2011. p. 5185-5192.

COCHEV, J. S.; NEVES, S. M. A. S.; NEVES, R. J. Espaço urbano de Cáceres/MT analisado a partir de imagens de sensoriamento remoto e SIG. Revista GeoPantanal, v. 5, n. 8, p. 145-160, 2010.

CÂMARA, G.; SOUZA, FREITAS, R. C. M.; GARRIDO U. M. J. SPRING: Integrating remote sensingand GIS by object oriented data modelling. Computers & Graphics, v. 20, n. 3, p. 395-403, 1996.

COELHO, A. L. N.; CORREA, W. S.C. Temperatura de Superfície Celcius do Sensor TIRS/LandSat – 8: metodologia e aplicações. In: Revista Geográfica Acadêmica, v. 7, n. 1, p. 31-45, 2013.

ESRI. ArcGis 10.5. Environmental Systems Research Institute. Redlands, CA., 2017.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Sinopse do Censo Demográfico 2010. Disponível em: http:// www.censo2010.ibge.gov.br/sinopse/index.php?uf=51&dados=0. Acessado em: 27 mai. 2016.

MATO GROSSO (Estado). Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral. Plano de Longo Prazo de Mato Grosso: macro-objetivos, metas globais, eixos estratégicos e linhas estruturantes. In: PRADO, J. G. B.; BERTCHIELI, R.; OLIVEIRA, L. G. (Orgs). Plano de Longo Prazo de Mato Grosso. Cuiabá/MT: Central de Texto, 2012. 108p.

NICHOL, J. E. High-Resolution surface temperature patterns related to urban morphology in a tropical city: a satellite-based study. Journal of Applied Meteorology, v. 35, p. 135-146. 1996.

OKE, T. R.; MAXWELL, G. B. Urban heat island dynamics in Montreal and Vancouver. Atmospheric Environment, Oxford, v.9, p.191-200, 1975.

OKE, T. R. The energetic basis of the urban heat island. Quarterly Journal of the Royal Meteorological Society, Berks, v. 108, p.1-4, 1982.

USGS. United States Geological Survey, 2016. Disponível em: <http://landsat.usgs.gov>. Acesso em: 07 jul. 2013.

SOUZA, L. C. L. Ilhas de calor. Jornal Unesp, v. 18, n. 186, p. 11, 2004.

Downloads

Publicado

2018-02-04

Edição

Seção

Climatologia em diferentes níveis escalares: mudanças e variabilidades