EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA, NEUROCIÊNCIA E METODOLOGIA ATIVA: APRENDIZAGENS PARA A CARTOGRAFIA ESCOLAR ATRAVÉS DA CONSTRUÇÃO DE RECURSOS DIDÁTICOS

  • Rosemy da Silva Nascimento
Palavras-chave: Prática docente, Geografia, Representação Espacial.

Resumo

Conhecimento, ato concebido pela cognição que se utiliza das várias faculdades mentais captadas pelos cinco sentidos, se correlaciona intimamente com processo educacional, principalmente quando etimologicamente educar significa “guiar para fora”, permitindo desenvolver habilidades para a vida em sociedade. Na educação geográfica, há o reforço, em que espera uma das perspectivas é um estudante ativo, compreendendo os conceitos científicos e que consiga ampliá-los, refletindo e utilizando como estratégias de resolução de problemas para o cotidiano. Para isso, utiliza-se de diversas linguagens, como a espacial e das representações cartográficas. Contudo, necessita-se do domínio da/para representação espacial dos fenômenos geográficos. Porém em recentes pesquisas, observou-se uma preocupação com o ensino da cartografia, diante as dificuldades do professor em ensinar diversos conteúdos. Nesse sentido, esse artigo traz uma abordagem sobre o aprendizado com base na psicologia comportamental e da neurociência, podendo contribuir na explicação do fracasso e sucesso em ensinar e aprender alguns conteúdos de cartografia. Ao final apresenta-se que a confecção de recursos didático cartográficos se utilizando de metodologias ativas e construtivista, permitem trabalhar a teoria e prática de forma conjunta, gerando questionamentos e auxiliando no aprendizado tanto do estudante como do professor.

Publicado
2019-12-09
Edição
Seção
Linguagens cartográficas no Ensino de Geografia