REFORMAS EDUCACIONAIS QUE ATACAM O ENSINO DE GEOGRAFIA: A BNCC E O ESCOLA SEM PARTIDO COMO FERRAMENTAS DE RETROCESSO

  • Gustavo Henrique Camargo Eufrasio
Palavras-chave: Políticas educacionais; BNCC; Escola sem partido

Resumo

Ao observar a educação na contemporaneidade é possível identificar sua intensa reformulação sob ordens necessárias ao capital a fim de manter uma lógica dependente que legitima as desigualdades, desse modo, as políticas educacionais em tramitação como é o caso da BNCC e do Escola sem Partido, que propagam um ideal totalmente contrário ao que se objetiva com a educação. Nessa linha, o artigo se desenvolve sendo produto da pesquisa – Considerações sobre a nova Base Nacional Comum Curricular e o ensino de Geografia – realizada através do PROLICEN/UFCAT, buscando compreender as políticas atuais para educação, como também, elucidar as consequências advindas com essas mudanças retroativas que atacam diretamente o ensino da Geografia e o seu poder escolar, político e social. No desenvolvimento do trabalho se faz uso de uma pesquisa bibliográfica baseando em autores como Callai, Cavalcanti, Castilho, Frigotto, Girotto, Pontuschka, Saviani e Vesentini. O esperado com a pesquisa é mostrar uma lógica de benefício do capital e dos grupos conservadores, que levam e levarão a uma interrupção no processo emancipatório de educação, confirmando um ataque impetuoso a ciência geográfica, afetando o despertar de consciência dos(as) alunos(as) social e politicamente.

Publicado
2019-12-13
Edição
Seção
Políticas educacionais e o Ensino de Geografia